Carlos's profile...À Luz da lua...PhotosBlogListsMore Tools Help

...À Luz da lua...

O Oposto da vida não é a morte. O oposto da vida é a indiferença.(Elie Wiesel).
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July 08

Saber Ouvir...

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Saber Ouvir

    Ouve com atenção e cuidado.
    Não te apresses em cortar o assunto, como se já o tivesses entendido.
    Há pessoas que têm dificuldade de expressão e tornam-se difíceis de ser compreendidas.
    Após ouvires, se a cisrcunstância permitir, dialoga um pouco com o expositor, a fim de que o tema te fique esclarecido e o apreendas.
    Quem ouve bem, penetra melhor nos ensinamentos que lhe chegam.
    Ouvir, é ainda uma arte pouco exercitada.
     
    Do livro Vida feliz
    Joanna de ângelis e Divaldo Franco
July 05

sem vontade de viver.

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Sem vontade de viver? pode ser a entropia...

Será que estamos realizando nosso potencial? Estamos sendo aquilo que podemos ser? Estamos em contato com as forças internas (que o filósofo Henri Bérgson chamou de ‘impulso vital’) que nos impulsionam a evoluir? Ou estamos nos deixando levar pela vida como se estivéssemos no automático, sem nos dar conta direito para onde estamos indo e qual os motivos que nos impulsionam a caminhar?

Reencontrar essas forças dentro de nós, criarmos nosso próprio caminho, implica, antes de mais nada, realmente querer isto. Se realmente o quisermos, o passo seguinte é ouvir a si e aos outros. E agir em consonância com que estamos aprendendo ao ouvir.
Alguns cientistas dizem que, talvez, a única lei realmente universal descoberta, aplicável em todos os campos do conhecimento humano, é a da entropia. De uma maneira geral e em linguagem comum, esta lei pode ser formulada da seguinte forma: Tudo, no universo físico,  tende ao caos! Podemos ver isto no nosso cotidiano: deixados sem manutenção, nossas construções, máquinas em geral e outros objetos que criamos tendem a se deteriorar, estragar, até virarem pó, com o passar dos séculos. O mesmo acontece com a Terra, com o Sol e com as galáxias: tudo caminha (até onde sabemos, inexoravelmente) para se extinguir daqui a alguns milhões de anos.
É uma perspectiva sombria... Contudo, há algo no universo que parece contrariar esta lei: é a Vida! A Vida, ao contrário da matéria inanimada, tende a crescer, tornar-se mais complexa, mais rica, mais organizada, vencendo os obstáculos que a impedem de se desenvolver. Já foram encontrados organismos vivos onde os cientistas julgavam improvável haver vida: nas profundezas abismais dos oceanos, nas regiões mais frias da Terra e até em lugares onde a temperatura é próxima à da água fervente.
No nosso dia-a-dia, podemos ver a força da Vida nas pequenas porções de vegetação e flores que surgem nas frestas das calçadas, resistindo às pisadas das pessoas, à temperatura escaldante do cimento superaquecido pelo sol, à poluição. Por vezes parecem minguar, para logo em seguida reflorescer! É a constante superação da entropia.
Esta força, que impulsiona tudo o que é vivo para realizar seu potencial, existe também em nós, humanos. Entretanto, ao evoluirmos, desenvolvendo a consciência, ao mesmo tempo em que ganhamos o bônus de sermos capazes de superar nossos instintos (aos quais o restante dos seres vivos parecem estar escravizados), conquistando algum grau de livre-arbítrio, assumimos, também, o ônus do risco de nos desconectar desta poderosa força vital.
A quebra da ligação com esta força se traduz, muitas vezes, em depressão, ansiedade crônica, dores recorrentes sem causas físicas aparentes, ou numa atividade frenética de busca de estímulos cada vez mais intensos, fugindo do vazio que a falta desta ligação provoca.
Apesar disso, hesitamos em sair da nossa rotina habitual, do nosso comodismo. Por essa razão, quem quiser buscar essa reconexão, antes de mais nada, precisa se fazer a pergunta: Quero realmente entrar em contato mais profundo comigo mesmo e com a Vida? Estou disposto a me imbuir da necessária coragem, paciência e persistência para isso?
Se efetivamente quero isso, o primeiro e fundamental passo é começar a ouvir a si mesmo e aos outros: desejos, aspirações, sonhos, visões de mundo. Nenhum de nós é uma ilha isolada. Para nos conhecermos de fato, precisamos nos relacionar com os outros: através do diálogo, da interação. Ouvindo-os e nos ouvindo, aprenderemos não apenas sobre eles, mas, também, muito sobre nós. E o autoconhecimento, lembra-nos Sócrates, é a base da sabedoria de viver.
Todos temos muito em comum uns com os outros. Contudo, há também muitas diferenças de opinião, cultura, maturidade, objetivos, valores. Por essa razão, às vezes esta interação pode ser frustrante, até dolorida. Entretanto, à medida em que aprendemos a ouvir, mais e mais ela se torna gratificante e estimula o nosso crescimento e o das pessoas com quem interagimos, como nos ensina o filósofo grego Heráclito: “das coisas diferentes nasce a mais bela harmonia.”
Com isso, o caminho que está em sintonia com as nossas mais íntimas aspirações fica gradativamente mais claro para nós. Porém, esse caminho não está pronto de antemão, mas precisamos desbravá-lo, como descobriu o poeta espanhol Antonio Machado: “Caminante, no hay camino, el camino se hace al andar” – caminhante, não há caminho, o caminho se faz ao andar.
 
by Leonel Vieira 
June 03

Para pensar e ser

 

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Coluna de Jornal

 

Certo dia, o colunista de um jornal colocou em sua página o seguinte editorial:

 

- Se você estiver triste, porque tem problemas financeiros enormes, não leia o caderno de economia, você ira se entristecer ainda mais.

- Se você estiver triste, porque tem problemas familiares, não abra o caderno policial, você ira se entristecer ainda mais.

 

E continuou...

 

- Então abra a página dos mortos...

 

Talvez você se pergunte: "página dos mortos?" Sim, ela mesmo, e leia até o final, nome por nome, datas de nascimento. e de falecimentos, até o final, e terás motivos para se alegrar, vai perceber que o seu nome não esta lá. Sabe o que isto quer dizer? Quer dizer que você esta vivo, predestinado a vencer, a ser feliz e que tem condições de vencer todas as situações que te fazem infeliz.

 

ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ; REGOZIJEMOS E ALEGREMO NELE. (SALMOS 118.24)

 

Não fique ai, parado, olhando para os problemas que tentam tirar a sua paz, a sua felicidade, não! Olhe o potencial que há em você, olhe para as vitórias que você esta preste a conquistar, não pare, prossiga, não desista.

 

A LAMPADA DO CORPO SÃO OS OLHOS;DE SORTE QUE,SE OS TEUS OLHOS FOREM BONS<TODO O TEU CORPO TERÁ LUZ;SE,PORÉM OS TEUS OLHOS FOREM MAUS O TEU CORPO SERÁ TENEBROSO.SE,PORTANTO,

 A LUZ QUE HÁ EM TI SÃO TREVAS,QUÃO GRANDES SERÃO ESSAS TREVAS!

(Mateus,6:22,23)

 

Receba esta palavra como um recado de DEUS para você, e que este recado o ajude a se levantar e lutar, a iluminar sua vida e te ajudar a ser FELIZ!

 

(Enviado por Kátia via e-mail)

 

 

May 27

Pobre Dawkins!

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Deus e o delírio de Dawkins

 

Domingo, dia dos pais, surpreendo-me e alegro-me, com a reportagem sobre “Deus, um delírio”, de Richard Dawkins, por Herton Escobar no “estadão”. A entrevista sugere que seu livro tem, no mínimo, o mérito de trazer à pauta um debate crucial para abandonar uma visão ingênua acerca da religião. Leitores religiosos que abrirem seu livro, segundo Dawkins, serão ateus ao final dele.

Tal opinião parece fundamentar-se na crença de que a fé humana depende, exclusivamente, de uma única versão para a religiosidade. Sem dúvida, esse Deus construído no velho testamento pelos sábios da época carrega os atributos pouco louváveis descritos por Dawkins. Daí a necessidade de entendermos em seu contexto, a redação dos livros considerados sagrados pelas distintas religiões.

Não estamos discutindo aqui a existência de Deus, mas as bases da argumentação de Dawkins para refutá-la. Cabe, então, uma ressalva: é a existência do divino no universo que ele questiona ou a criação de um deus por homens de determinadas culturas em determinadas épocas? Se entendendermos as necessidades de cada período e a religião como ferramenta eficaz de organização social é possível separar as críticas à uma criação humana, o Deus do Velho Testamento, da possibilidade de uma resposta aos anseios humanos pela divindade.

Bem, parece que a postura ateísta de Dawkins é tão ingênua quanto o fundamentalismo religioso por ele criticado. Ele não leva em conta que a fé humana pode não se restringir às visões de Deus que as religiões enfatizam.

É curioso que Dawkins, “um debatedor de espantosa lucidez”, segundo Escobar seu entrevistador, pareça contaminado por certo fundamentalismo científico. Um cientista que advoga uma “defesa apaixonada apenas para assuntos sobre os quais existem evidências” parece desconhecer as inúmeras “evidências” que a ciência abandonou e descartou ao longo de sua história. Ninguém seria louco a ponto de negar as conquistas da ciência, tampouco louco para negar seus malefícios. Não se trata de uma visão maniqueísta, ao contrário, mas de uma busca pela compreensão menos apaixonada de ambas as construções humanas: ciência e religião.

Muitos tendem a acreditar que sempre existiu um conflito entre ciência e religião, desconhecendo inúmeros episódios da história da ciência em que o divino explicou o que a própria limitação dos modelos e teorias da ciência não pôde fazê-lo, ao menos para os próprios homens da ciência. Isaac Newton orientou o teólogo Richard Bentley nas palestras que realizava explicando o sistema newtoniano de mundo e sua relação com a existência de Deus. Newton foi explícito em carta à Bentley ao dizer que desenvolveu seu sistema de mundo de modo a assegurar a existência de um Criador. Ele refletia uma preocupação compartilhada por Robert Boyle, John Ray e outros filósofos naturais do século XVII temerosos pela ameaça que o mecanicismo poderia trazer à crença em uma divindade, por explicar o mundo sob uma perspectiva materialista.

A entrevista com Dawkins sugere uma visão ingênua acerca da natureza da ciência, defendendo a existência de um suposto método empírico universal, através do qual a ciência construiria leis unicamente à partir de evidências, visão que tem sido criticada há muito tempo pelos filósofos da ciência. Entretanto, o livro pode contribuir, principalmente, para trazer tal discussão à pauta e promover o debate, fundamental em qualquer campo do saber.

                                                            Thaís Forato

May 22

Posso?

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Posso?


Se penso somente em mim, não posso dizer," PAI NOSSO...."
Se não creio na vida eterna, não posso dizer: "Que estais no Céu..."
Se não procuro santificar a minha vida, não posso dizer: "Santificado seja vosso nome... "
Se só confio nos prazeres do mundo, não posso dizer: "Venha a nós Vosso Reino... "
Se não sei  renunciar a nada, não posso dizer "Seja feita a vossa vontade..."
Se o meu comportamento não for humanitário, não posso dizer "Assim na terra como no Céu.."
Se não sei repartir o pão, não posso dizer," O pão nosso de cada dia dai-nos hoje... "
Se não sei perdoar aos outros, não posso dizer, "Perdoai-nos as nossas dívidas, assim como nós
Perdoamos aos nossos devedores ..."
Se não deixo de ter prazer  nos vícios e não controlo meus maus instintos, não posso dizer:
"Não nos deixes cair em Tentação... "
Se não fujo da maledicência , não posso dizer:" Livrai - nos do mal..."
Se me insurjo contra Deus, não posso dizer: "Amém."
May 12

Arthur da Távola (+2008)

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Perdoar
 
 
Aprendi, que perdoar é a junção de "per" com "doar". Doar é mais do que dar. Doar é a entrega total ao outro. O prefixo "per", que tem várias acepções, indica movimento "no sentido de" ou "em direção a" ou "através de" ou "para".
 
Etimologicamente falando, portanto, perdoar, quer dizer doar ao outro a possibilidade de que ele possa amar, possa doar-se. Não é apenas quem perdoa que se "doa através do outro".
 
Perdoar implica abrir possibilidades de amor para quem foi perdoado, através da doação oferecida por quem foi agravado.
 
Perdoar é a única forma de facilitar ao outro a própria salvação. Doar é mais do que dar, é a entrega total...
 
Perdoar é doar o amor, é permitir que a pessoa objeto do perdão, possa (também) devolver um amor que, até então, só negara...

May 07

Laços

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Os laços de sangue garantem o parentesco;mas é do amor que resultam as afeições.
 
(Amílcar Lobo).
March 06

"Que aproveita ao Homem ganhar o mundo e perder a sua alma"?

 
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    Você já vendeu a sua alma?           
                                                                                        
O exército dos falsos pastores mercantilizando a fé,-a avidez pelo lucro fácil,-os interesses econômicos prevalecendo nas relações internacionais,-a desagregação das famílias,-o tráfico de drogas e de órgãos humanos,-a "coisificação" da mulher,vítima da ditadura da beleza e em função da indústria da publicidade,-a exploração vil do agricultor no campo,-o egocentrismo consolidando a "lei de Gérson"-,o tráfico de mulheres brasileiras para os prostíbulos europeus,--o desrespeito com o meio ambiente,gerando tremores de terra, terremotos e alimentos envenenados na nossa mesa,-a política como trampolim para os ladrões do dinheiro suado do povo,-a impunidade para os crimes cometidos por quem tem dinheiro ou prestígio político,-a manipulação do povo pelo grande mercado e o consumismo desnecessário,- a transformação da educação em mero comércio,-a proliferação dos planos de saúde voltados para o enriquecimento de alguns e muito pouco preocupados com a vida humana,-a miséria material e espiritual nas grandes cidades,-a violência dos assaltos, dos seqüestros e dos furtos,-o morticínio no dia-a-dia do trânsito,-a falta de perspectiva para milhões de crianças pobres e adolecescentes entregues à propria sorte,-os "esquemas" que corroem nossas instituições,favorecendo ricos e limitando o acesso de bens e serviços aos pobres,-a hipocrisia de muitos políticos,-a sordidez de nossas favelas,-as guerras "fabricadas" para facilitar as armas estocadas,-a prática do aborto ceifando vidas indefesas e inocentes,- a promiscuidade entre muitos políticos,grupos econômicos e falsos líderes religiosos visando á manutenção, a qualquer custo, do Poder,-a banalização do sexo,- o turismo sexual aviltando a integridade física e psíquica de nossas crianças,a pedofilia doméstica e intramuros religiosos,o abandano dos nossos idosos, o medo de que somos reféns dentro e fora de nossas casas...
Se você está,direta ou indiretamente ligado,ativamente, a uma dessas situações,ou está tentado a aderir a qualquer uma delas;(afinal é importante melhorar de vida,oferecer um pouco mais de confoto para a família..."os fins justificam os meios..." )pode estar certo de que se você ainda não vendeu sua 'almazinha',está muito propenso a fazê-lo...
"Orai e vigiai".Os tempos são chegados"A qualquer momento você pode ser chamado a prestar contas a sua própria consciência...E aí? vai encarar? 
Amílcar Lobo
February 29

Ação e reação...ou de Paraty à Fortaleza

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Crime e Resgate
(o fato narrado,queiram ou não, é real)
 
 
 
 
                 Ano de 1806.Estamos na Freguesia de Parathy,litoral da antiga província fluminense.Em pequenina casa colonial na esquina do Beco da Capela,com a rua da Fresca,(atual Dr. Pereira),encontram-se furtivamente,Cláudio de Campos Fernandes com a "cortesã" Tarsila dos Santos di Piero.
Cláudio,bem sucedido boticário,era o único herdeiro de um casal de portuguêses abastados.Alto,atlético,bem apessoado.De costume era rude e irônico,mas tinha lá o seu lado brincalhão e solícito.,o que lhe granjeava alguma simpatia de clientes e de  alguns amigos,principalmente diante de uma boa rodada de "bebidas quentes".Tarsila,que era de origem obscura,teria vindo da Cisplatina,(mas há quem afirmasse ter vindo das bandas da provícia do  Piauhy),era proprietária de uma taverna pobre,na illha do Araújo,frente á costa paratinense,que escondia uma "casa de tolerância",onde vivia de explorar mulheres brancas e mulatas "forras",satisfazendo a lascívia de fazendeiros e  comerciantes locais,bem como de outras  vilas como Ubatuba, Angra dos Reis e Barra Mansa.
O encontro de Cláudio e Tarsila,às horas mortas,tinha a embriaguez do vinho e o frenesi das paixões desenfreadas,próprias dos faunos e das ninfas...
Cláudio,mocetão elegante,a despeito de vinculado espiritualmente pelos laços do matrimônio com Dona Lídice Vale de Alenquer,com quem assumira perante a consciência débitos no passado,e que deveriam ser resgatados,mandou "às favas" os escrúpulos e, já havia dois anos,mantinha intenso relacionamento carnal com Tarsila,enxovalhando a honradez do lar e esquecendo-se de compromissos seculares com a ingênua esposa,-cada vez mais esquecida a cada encontro de Cláudio com a amante,-mulher ardilosa e calculista na arte da devassidão como visgo de conquista...
Frágil de caráter, na medida em que cobria a amásia de jóias e de vestes pincipescas, transferia de seus bens e do patrimônio de D.Lídice,vultosas quantias,arrancadas quase a fórceps, para a quitação de tão elevados débitos,fato que arruinava progressivamente a economia da família que já se ressentia da falta do marido e do pai sempre ausentes.
Naquela noite de libações a Baco e de culto à Vênus,mesmo tomados pelo alcool e pelo sexo infrene,Cláudio eTarsila ainda tiveram tempo de arquitetarem,sem nenhum laivo de remorso,o assassinato de D.Lídice que, já sabedora do adultério do companheiro,humilhada na sua dignidade de pessoa e de mulher, definhava a olhos vistos,sob severa depressão,ante o testemunho angustiado dos três filhos,pouco mais do que crianças e, como tais,indefesas e impotentes...
Novembro de 1806.Festa de São Benedito.Quermesses e festival de música d'Além mar.Ruas apinhadas de gente iluminadas pelos velhos e nostálgicos lampiões de gás.
Azáfama.
Cláudio,no recesso do lar,depois de breve descanso,dissimulando ternura e compreensão  para com a esposa abatida,convida-a para, de braços dados,voltearem às margens do Perequê-Açu.Ingênua,a ainda jovem senhora acredita no galante convite,ou faz esforço para acreditar que o moço guapo de outros tempos deseja a reconciliação,a recuperação do tempo perdido, a reedificação do lar...
Era quase ditosa.
Volteavam o Perequê-Açu chupando roletes de cana caiana e envolvidos pelas músicas hipnóticas  dos negros.Inesperadamente,aterrorizada,sente-se violentamente arremessada ao caudal do rio.E,subitamente,conquanto implore alucinada pela própria vida, nos stertores da morte,é tragada pelas águas revoltas em direção ao mar de Parathy...
No outro dia bastaram explicações rápidas dadas pelo desditoso marido,sob forte comoção, para que a polícia concluísse por um "lamentável" acidente...
Tudo estava consumado!
.....................................
Século XX.Quase duzentos anos depois,agora sob o sol escaldante do Norteste.entre Fortaleza e o delta do Parnaíba,único em mar aberto no Continente Americano.Os infratores de ontem - que haviam assumido o compromisso de se reabilitarem-(Cláudio reassumiria os compromissos com Lídice e outras vítimas do passado,enquanto que Tarsila assumiria crianças inválidas), ambos caem novamente,reincidem no mesmo erro e, mais uma vez, atraídos pela mesma onda de freqüência,presos pelo mesmo visgo doentio do passado,caem no adultério autofágico,dominados pela própria luxúria. São espíritos mutuamente vinculados vibrando na mesma baixa freqüência magnética do passado.E sem nenhuma comiseração vitimam pela humilhação que fragiliza a auto-estima e violenta a alma, a jovem L.P.F,a Lídice de antigamente,agora mãe de uma menina- moça,"C" e de dois rapazolas, "R" e "R"desde o passado setecentista carentes de segura orientação nas diretrizes do bem...
No outono da vida,quando os tempos são chegados,os trânsfugas de ontem e reincidentes de hoje,pressentem" no ar" a aproximação da JUSTIÇA,e buscam, como os trabalhadores da última hora,o REINO DE DEUS,conquanto passando-se por marido e mulher,enganem,no interior dos próprios templos que freqüentam, os  companheiros de ideal cristão.
E,enquanto não se ajustam á verdade,ela,T(a Tarsila de antigamente),ainda guarda o ranço do orgulho do passado,embora sofra dores físicas resultantes da deterioração óssea e das inflamações articulares que lhe tolhem praticamente todos os movimentos,consequências da alma enferma.Não bastasse o sofrimento,recentemente sofreu a perda traumática de P,um dos atuais filhos queridos e antigo companheiro de desatino,,,
Ele,o antigo boticário,ao tempo em que sofre as limitações da escassez da moeda,angustia-se pelas dificuldades materiais por que passam vários dos seus antigos aliados,agora vinculados á parentela...
Hoje,mais recentemente,aprende a conviver -no meio dos seus- ,com os efeitos da aids,até ontem embalando ou amparando velhos comparsas das noites de orgia na bela Parathy de antanho...
Outros males que já carregam consigo,no mais recõndito dos perispíritos,moldados por vícios de outras épocas ou abusos de agora,estão próximos de eclodir.É o que a inexorável Lei lhes impõem em favor da redenção de ambos.Afinal,se " a sementeira ´é  livre, a colheita é obrigatória".
Porém ainda é tempo de tomarem novos rumos.O dia do juízo não tarda.O tempo ainda espera.
 
Elias,esp.amigo.
 
O texto acima foi psicografado pela médium M,em Centro espírita desta capital,com orientação para que cópias fossem enviadas aos dois confrades envolvidos no episódio,sem maiores detalhes,vez que ambos fazem parte do Movimento espírita local.Pelo que temos conhecimento o casal subestimou o texto,desconsiderando-o.  Todos os dados como ruas,acidentes geográficos,rios e ilhas foram "checados" e confirmados.Segundo o comunicante é possível encontrar informações sobre o fato nos arquivos da antiga Província do Rio de Janeiro.
February 28

namoro permanente

 

 

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Namoro permanente

 

 

O João era um rapazinho de 12 anos, mas muito vivo e muito desenvolvido para a idade que tinha.

Um dia virou-se para a avó e perguntou-lhe: “Avó, qual a razão de a avó tratar sempre o avô por «meu amor»?”. A Avó não se atrapalhou e tentou explicar-lhe.

Olha João, um dia encontrei aquele que hoje é o teu avô. Olhamo-nos e algo começou a nascer entre nós. Primeiro um encantamento e logo depois um enamoramento. Começamos a namorar e assim foi nascendo e crescendo entre nós o amor. Não podíamos passar muito tempo sem nos vermos ou falarmos e o nosso pensamento estava sempre no outro. Por vezes zangávamo-nos, mas cedo vinha a reconciliação e o amor fortalecia-se.  

Passado algum tempo casámos e fizemos alguns propósitos. Um deles foi de não deixar passar nenhum dia sem «namorarmos», quer dizer sem dedicar uns momentos a conversar a sós sobre o que se passava connosco. Outro propósito foi o de sempre que tivéssemos uma briga – coisa normal e até saudável entre casados – nunca deixar que acabasse o dia sem nos reconciliarmos. Aquele que fosse mais humilde ou sentisse que tinha agido mal pedia desculpa e tudo ficava sanado.

Com estes propósitos a nossa vida conjugal foi decorrendo serenamente com a alegria de ver nascer os filhos e agora os netos, como tu.

Pela tardinha, sempre que podíamos saíamos os dois de mão dada e sentados à mesa de um café ou olhando o mar ao longe, conversávamos pelo menos durante um quarto de hora. Os amigos quando nos viam gracejavam: “lá vão aqueles dois «namorar»”. Isso só nos enchia de alegria e esse quarto de hora era o melhor do nosso dia. Voltávamos a casa mais serenos, mais alegres e sobretudo mais enamorados.

Compreendes agora a razão pela qual quer o avô, quer eu nos tratámos por «meu amor»? Com a fidelidade aos propósitos que fizemos o nosso amor nunca esmoreceu e se não posso dizer que foi crescendo, porque ele sempre foi enorme, foi-se consolidando. Sentimo-nos, já com 45 anos de casados, como dois jovens noivos! É assim que se consegue uma vida a dois, que tem os seus espinhos, mas pode ter muitas mais alegrias.

Assim, João, quando eu e o seu  avô nos tratamos por «meu amor» isso não é uma rotina, mas um ato de sinceridade.

Maria Fernanda Barroca,A Aldeia

 

A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família. (Tolstoi) 

February 25

O tesouro que você não sabe que é

220218 
 
O tesouro que você não sabe que É
 
Uma professora de determinado colégio decidiu homenagear cada um dos seus formandos dizendo-lhes da diferença que tinham feito em sua vida de mestra.
 
Chamou um de cada vez para frente da classe. Começou dizendo a cada um a diferença que tinham feito para ela e para os outros da turma.

Então deu a cada um uma fita azul, gravada com letras douradas que diziam: "Quem Eu Sou Faz a Diferença"..
 
Mais adiante, resolveu propor um Projeto para a turma, para que pudessem ver o impacto que o reconhecimento positivo pode ter sobre uma comunidade.
 
Deu aos alunos mais três fitas azuis para cada um, com os mesmos dizeres, e os orientou a entregarem as fitas para as pessoas de seu conhecimento que achavam que desempenhavam um papel diferente. Mas que deveriam poder acompanhar os resultados para ver quem homenagearia
quem, e informar esses resultados à classe ao fim de uma semana.
 
Um dos rapazes procurou um executivo iniciante em uma empresa próxima, e o homenageou por tê-lo ajudado a planejar sua carreira. Deu-lhe uma fita azul, pregando-a em sua camisa. Feito isso, deu-lhe as outras duas fitas dizendo:
 
"Estamos desenvolvendo um projeto de classe sobre reconhecimento, e gostaríamos que você escolhesse alguém para homenagear, entregando-lhe uma fita azul, e mais outra, para que ela, por sua vez, também possa homenagear a uma outra pessoa, e manter este processo vivo. Mas depois, por favor, me conte o que perceber ter acontecido."
 
Mais tarde, naquele dia, o executivo iniciante procurou seu chefe, que era conhecido, por sinal, como uma pessoa de difícil trato. Fez seu chefe sentar, disse-lhe que o admirava muito por ser um gênio criativo. O chefe pareceu ficar muito surpreso. O executivo subalterno perguntou a ele se aceitaria uma fita azul e se lhe permitiria colocá-la nele. O chefe surpreso disse: "É claro." Afixando a fita no bolso da lapela, bem acima do coração, o executivo deu-lhe mais uma
fita azul igual e pediu: "Leve esta outra fita e passe-a a alguém que você também admira muito." E explicou sobre o projeto de classe do menino que havia dado a fita a ele próprio.
 
No final do dia, quando o chefe chegou a sua casa, chamou seu filho de 14 anos e o fez sentar-se diante dele. E disse: "A coisa mais incrível me aconteceu hoje. Eu estava na minha sala e um dos executivos subalternos veio e me deu uma fita azul pelo meu gênio criativo.
Imagine só! Ele acha que sou um gênio! Então me colocou esta fita que diz que "Quem Eu Sou Faz a Diferença". Deu-me uma fita a mais pedindo que eu escolhesse alguma outra pessoa que eu achasse merecedora de igual reconhecimento." Quando vinha para casa, enquanto dirigia, fiquei pensando em quem eu escolheria e pensei em você..
 
Gostaria de homenageá-lo. "Meus dias são muito caóticos e quando chego em casa, não dou muita atenção a você. As vezes grito com você por não conseguir notas melhores na escola, e por seu quarto estar sempre uma bagunça. Mas por alguma razão, hoje, agora, me deu vontade de tê-lo à minha frente. Simplesmente, sabe, para dizer a você, que você faz uma grande diferença para mim. Além de sua mãe, você é a pessoa mais importante da minha vida. Você é um grande
garoto filho, e eu te amo!"
 
O menino, pego de surpresa, desandou a chorar convulsivamente sem parar.
Ele olhou seu pai e falou entre lágrimas:
 
"Pai, poucas horas atrás eu estava no meu quarto e escrevi uma carta de despedida endereçada a você e à mamãe, explicando porque havia decidido suicidar e lhes pedindo perdão". Pretendia me matar enquanto vocês dormiam. Achei que vocês não se importavam comigo. "A carta está lá em cima, mas acho que afinal, não vou precisar dela mesmo."
Seu pai foi lá em cima e encontrou uma carta cheia de angústia e de dor.
 
O homem foi para o trabalho no dia seguinte completamente mudado. Ele não era mais ranzinza e fez questão de que cada um dos seus subordinados soubesse a diferença que cada um fazia. O executivo que deu origem a isso ajudou muitos outros a planejarem suas carreiras e nunca esqueceu de lhes dizer que cada um havia feito uma diferença em sua vida... Sendo um deles o filho do próprio chefe.
 
A conseqüência desse projeto é que cada um dos alunos que participou dele aprendeu uma grande lição. De que "Quem Você É Faz sim, uma Grande Diferença".
 
Quem você é na minha vida, faz muita diferença para mim! E quero que você saiba disso.
 
(este texto circula na internet como de autor desconhecido.Você sabe o nome de quem o escreveu?) 
 
  

 




January 31

DEUS

 
 
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Existência de  Deus
 
 
Conta-se que um velho árabe analfabeto orava com tanto fervor e com tanto carinho,cada noite,que, certa vez,o rico chefe de grande caravana chamou-o à sua presença e lhe perguntou:
-Por que oras com tanta fé?Como sabes que Deus existe,quando nem ao menos sabes ler?
O crente fiel respondeu:
-Grande senhor,conheço a existência do nosso Pai celeste pelos sinais dele.
-Como assim?,-indagou o chefe, admirado.
O servo humilde explicou-se:
-Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente,como reconhece quem a escreveu?
-Pela letra.
Quando o senhor recebe uma jóia,como é que se informa quanto ao autor dela?
-Pela marca do ourives.
O empregado sorriu e acrescentou:
-Quando ouve passos de animais,ao redor da tenda,como sabe, depois,se foi um carneiro,um cavalo ou um boi?
-Pelos rstos, respondeu o chefe surpreendido.
Então, o velho crente convidou-o para fora da barraca e, mostrando-lhe o céu,onde a lua brilhava,cercada por multidões de estrelas,exclamou respeitoso:
-Senhor,aqueles sinais,lá em cima,não podem ser dos homens!
Nesse momento,o orgulhoso caravaneiro,de olhos lacrimosos,ajoelhou-se na areia e começou a orar também.
 
Do Livro Pão Nosso,escrito por Meimei,psicografado por F.C.Xavier-Editora FEB
January 29

Homem/mulher

homem-mulher-sexo-orapois

 

 

 

 

A comunicação entre o homem e a mulher

 

O casamento é a doação e aceitação recíproca de todo o ser pessoal entre um homem e uma mulher, para toda a vida, sejam quais forem as circunstâncias que se deparem no futuro. A exigência deste compromisso é grande, visto que o futuro não está escrito e não se pode adivinhar. Mas essa incerteza, própria da natureza humana, não significa que as pessoas possam exercer a capacidade de prometer e cumprir o que livremente prometeram.

A doação e aceitação recíprocas implicam a aceitação do outro tal como o outro é e não como gostaríamos que fosse, ou tal como se é nas representações mentais que fazemos acerca dele. Trata-se de aceitar o outro tal como realmente é, as suas virtudes e defeitos, com as suas características positivas e negativas, a maneira diferente como se comporta, até as suas manias. Convém ter presente que o outro é uma pessoa única, irrepetível, insubstituível, sem ninguém parecido, e que a sua singularidade não tem réplica.

A esse outro - cuja doação se aceita ou a quem se entrega a própria pessoa - nunca o chegamos a conhecer totalmente. A interioridade de cada pessoa é tão rica e criativa que não tem fundo. Conhecê-la perfeitamente é impossível, pois sempre encontraremos subterrâneos na personalidade do outro por onde o conhecimento mútuo não consegue abrir caminho (Yepes Stork, 1997).

Quanto mais se esforce uma pessoa por conhecer ou por comunicar com outra, tanto maior será a probabilidade de a conhecer realmente melhor. Mas um conhecimento total e completo do outro é impossível. Existem âmbitos e realidades nas pessoas que não são comunicáveis visto que não dispomos da linguagem necessária para transmitir aos outros o seu conteúdo (Polaino-Lorente, 2003).

Neste exercício da comunicação pessoal, todos temos que nos esforçar mais. Um bom conselho - tendo em conta o que acontece nos países mediterrânicos - poderia ser que, no âmbito da comunicação conjugal, o homem tem que falar mais e a mulher menos. 85% das mulheres espanholas casadas - segundo um estudo realizado alguns anos atrás - sublinhou que a incomunicação conjugal era o primeiro problema entre os casais. A maioria queixava-se de que os maridos não falavam. Também é verdade que, em certas ocasiões, a mulher fala tanto... que o homem nem consegue falar. Alguém escreveu - não sei com que verdade - que "a mulher quando fala descansa e o homem quando fala cansa".

De qualquer modo, a comunicação entre o homem e a mulher é importante. Sem ela é quase impossível que sustentar a vida do casal. De facto, muitos conflitos conjugais, que terminam em separação ou divórcio, começam por incomunicação conjugal (Polaino-Lorente, 2004).

O matrimónio, como instituição civil e religiosa, eleva a relação natural entre um homem e uma mulher que se amam, a um plano mais alto. A história natural de qualquer casal é esta: um homem e uma mulher encontram-se e conhecem-se, apaixonam--se, mais tarde decidem casar-se e finalmente têm filhos.

A doação no casamento deve ser completa. O que um casal tem que dar mutuamente é a pessoa inteira - não só o corpo, embora também o corpo -, e na doação de toda a pessoa encontra-se a interioridade, a intimidade com os seus pensamentos, sentimentos, projectos, memórias, etc. O marido tem muitas coisas para dar à mulher se abrir a sua intimidade. A mulher receberá muitas coisas se as acolher com interesse e ternura, e não fizer ricochete com a informação que recebe. O mesmo sucede com a mulher a respeito do marido.

Num casal que viva unido, encontraremos uma comunicação conjugal fluida, simples e profunda. É importante que exista essa comunicabilidade entre as pessoas, pois o que é dado por cada um deles, através da comunicação, é precisamente o que os une e dignifica, o que confere à relação uma maior espessura e densidade, a ponto de serem uma só carne.

Pelo contrário, o que se não comunica separa; o que separa distancia; o que distancia afasta; e o que afasta rompe a unidade entre os cônjuges. A construção da fidelidade conjugal passa pela comunicação. Se a comunicação conjugal não funciona, é sempre possível que se abra um espaço entre eles, por onde pode aparecer um "terceiro" ou uma "terceira", ameaça que pode romper o vínculo de amor que havia entre cônjuges.

 

(Aquilino Polaino-Lorente, Catedrático de Psicopatologia, Universidade San Pablo-CEU, Madrid. Conferência em Setúbal,Portugal) 

December 11

A Máquina do Tempo não é ficção:Existe!

outubro_2002_1 
 
A máquina do tempo
existe!
 
 
Com o título "Existem fotografias da vida de Cristo?" a revista  "Fraternidade"(Av. marquês de Tomar,68,2d,Lisboa 1,Portugal),publicou a seguinte nota:
"A mais sensacional descoberta científica dos últimos tempos - a máquina do tempo - existe na realidade,muito além da ficção científica.Este assunto já havia aflorado há dez anos,mas apenas em 1962 foi publicada uma entrevista entre o jornalista Maddoloni e o padre Pellegrino Bernetti,ambos italianos. Entrevista essa que foi publicada agora de novo,em julho,numa revista francesa de caráter espiritualista.O padre Bernetti,da Ordem dos Beneditinos,é professor,num conservatório de Veneza,da única cadeira de pré-polifonia do mundo.A pré-polifonia  é o estudo da música anterior ao ano 1000,em particular ao que vai do século XIII ao XIV antes de Cristo,até aos séculos X e XI depois de Cristo.Este cientista já em 1956 começou a se interessar pelo estudo da oscilação eletrõnica aplicada à musica.Assunto já objeto de pesquisas antigas,pois os pitagóricos e os discípulos de Aristóteles já tinham compreendido que pela desagregação dos sons se poderia chegar a reconstituir imagens.
Segundo o padre Bernetti: Partindo do princípio da física,segundo o qual as ondas sonoras e visuais,uma vez emitidas,não se destroem,elas inserem-se na esfere astral,são transformadas e aí ficam eternas e onipresentes;portanto é possível reconstituí-las em certa forma de energia,já que elas não são senão isso mesmo.A energia é luz que forma os diversos elementos que chamamos de matéria,sendo portanto possível reconstituir a onda visual,que é a mais importante de todas as energias.Sendo o som gerador de luz,pode-se converter a luz em som e vice-versa..
A equipe do padre Bernetti,constituída por 12 cientistas,foi a primeira a construir aparelhos apropriados para esse trabalho.E ainda segundo o cientista: Sabemos que todo ser humano,desde o nascimento até a morte,deixa atrás de si uma pista dupla:uma sonora e outra visual,uma espécie de bilhete de identidade,do qual se pode reconstituir a sua personalidade;todos os seus atos,gestos e palavras.Nas suas pequisas esse grupo de investigadores conseguiu reconstituir a pronúncia exata de certas línguas antigas, uma tragédia representada em Roma, no Templo de Apolo,no ano 169 de nossa Era, e, até mesmo a vida inteira de Jesus foi fotografada e filmada.Uma dessas fotografias(Jesus sobre a cruz) foi comparada com a do Santo Sudátrio de Turim,tendo sido constatado que as duas eram semelhantes."
A nota conclui com uma informação do próprio padre Bernetti,de que a máquina ficará em segredo até que o homem aprenda a agir bem e só pelo Bem".
 
O texto acima foi publicado no boletim do SEI -Serviço Espírita de informação,rua senador Dantas,117,sala1317,centro,Rio de Janeiro,em 10 de março de 1979.Pelo que se observa,e  considerando à falta de novas notícias,o invento continua em segredo.Guardado" a sete chaves.!!!"
 

A idéia de viagem no tempo, para alguns cientistas, pode ser uma possibilidade real . Até hoje ainda existem teorias sobre a máquina do tempo. O físico brasileiro Mario Novello é um apaixonado pelas questões da origem do universo e das viagens no tempo e lidera uma equipe que nos últimos 15 anos esteve teoricamente envolvida com a pesquisa de "time machine", como essa possibilidade de viagem no passado é conhecida entre os físicos. Além do grupo brasileiro, outras duas equipes, na Rússia, trabalham no assunto. Eles investigaram uma possibilidade levantada em 1949 pelo matemático Kurt Gödel para as equações da relatividade geral de Einstein.

December 09

A Papisa Joana- Verdade ou lenda?

 
 
 
01040112
 
A Papisa Joana
(João VIII)
 
 A autora reuniu, numa perfeita combinação, aspectos lendários com fatos históricos do qual resultou um romance sobre Joana de Ingelheim. Filha de um missionário inglês e de uma mãe saxónica, Joana, nascida a 814, sente-se frustrada pelas limitações impostas à sua vida pelo simples fato de ter nascido com o sexo" errado". O seu irmão Mateus começou a ensiná-la a ler e escrever quando Joana contava apenas seis anos. Com a sua morte, Joana recorre a toda a sua astúcia e capacidade de ludibriar de modo a continuar a dar largas à sua paixão pelo saber. Mais tarde, Joana foge de casa para seguir os passos do seu irmão João, a caminho da escola religiosa na Catedral de Dorstadt, onde ela se torna a única presença e estudante feminina tolerada. É quando surge Geraldo, e a vida de Joana muda ao aperceber-se de que o ama. No entanto, o seu amor é-lhe interditado pelas maquiavélicas manobras de Ritschild. Usando as roupas e identidade do irmão, depois deste ter sido chacinado durante um ataque normando, Joana foge e entra para o mosteiro de Fulda, onde ela se passa a denominar, depois de feitos os votos primordiais, João Anglicus (João Inglês). Trilhando o caminho de monge a padre num instante, enquanto apurava o seu conhecimento e técnicas de cura, Joana começa a traçar a sua rota direita a Roma, onde os seus dons lhe abrem caminho para se tornar confidente e físico curador dos dois papas. É nos meandros de várias intrigas políticas no meio eclesiástico que Joana, ela própria, ascende ao posto de pontífice máximo da Igreja Católica. A Papisa Joana resulta numa fabulosa e vívida recriação do período por nós conhecido como a "Idade das Trevas".Há quem sustente que Joana é um fato .Que seu pontificado(João VIII) aconteceu entre os governos dos papas Leão IV e Bento III. Roma,porém,nega-o firmemente.
 
Obra de Donna Woolfolk Cross.Editorial Presença,Portugal.
No Brasil,na década de '30 do século passado, Inácio Raposo publicou obra similar:"A Mulher que foi Papa",pela então editora Panamericana Ltda,do Rio deJaneiro.
O tema é, realmente,recorrente.Veja ainda:
  • Lachatre, Maurice. Os Crimes dos Papas - Mistérios e Iniquidades da Corte de Roma. São Paulo: Madras Editora Ltda, 2005. ISBN 85-7374-776-5
  • SER feliz e Estar feliz

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    Ser feliz e estar feliz

    Sensível diferença.

    Você é feliz? Antes de responder a esta pergunta, perceba o verbo dessa oração. Aqui a indagação é se você é feliz e não se você está feliz por um motivo qualquer. Muitos, prontamente responderão que são felizes, outros não. Contudo, algo que deve ficar bem claro é que existe uma grande diferença entre você ser feliz e você estar feliz.

    Quando alguém nos pergunta se somos felizes devemos pensar no contexto geral de nossa vida, não apenas em felicidades ou alegrias momentâneas já vividas, pois a felicidade não se restringe a momentos, por mais especiais que sejam, mas em todo decorrer de nossa vida.

    E como tem sido a sua vida? Olhando tudo o que já passou, você pode dizer com convicção que é uma pessoa feliz? Ou você é daqueles que simplesmente já viveu ocasiões que lhe trouxeram contentamento? O que você entende por felicidade? Se você não a tem, o que lhe falta? O que te faria uma pessoa realmente feliz?

    Muitos, sem perceber, buscam a felicidade em motivações erradas. Em um bem material, por exemplo. Mas bens materiais acabam, e quando isso acontece, a felicidade da maioria vai embora com ele. Se este for o seu caso, reflita sobre o assunto à luz do Espírito, porque a sua felicidade deve ser centrada em Deus. Se a nossa esperança em dias melhores se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.

    A felicidade é a nossa força motriz. É ela que impulsiona alguém a querer viver ou não. Uma pessoa que se considera infeliz não vê motivos para viver, sonhar, fazer planos e ter objetivos de vida. Ela pára no tempo.

    Devemos sempre lembrar também que para sermos felizes precisamos contribuir para a felicidade dos outros, pois a felicidade não é egoísta, ela se importa com os que estão ao redor. Ela se prontifica a ajudar aos outros a serem felizes, e não simplesmente a terem momentos de regozijo ou prazer.

    Para ser feliz é preciso que haja esperança em nós. E esta só pode ser alcançada a partir de uma perspectiva espiritual. Mesmo que estejamos passando por períodos de turbulências e provações, a felicidade continua a pulsar em nosso coração, porque sabemos em quem temos crido (2Tm 1,12). Lembre-se:

    Estar feliz é ter alegria em determinados momentos, mas ser feliz  tem tudo a ver com opção  de vida.

    adaptado  de "O Bruxo"


     

     

    Carlos Évora

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    "Eu nasci há vinte mil anos anos atrás...Não há nada nesse mundo que eu não saiba demais...
    Eu vi Cristo ser crucificado
    O amor nascer e ser assassinado...
    Eu vi as bruxas pegando fogo
    Pra pagarem os seus pecados,eu vi...
    Eu vi Moisés cruzar o mar Vermelho
    Vi Maomé cair na terra de joelhos
    Eu vi Pedro negar Cristo por três vezes
    Diante do espelho,eu vi...
    Eu nasci a 20000 anos atrás...
    E não há nada nesse mundo que eu não saiba demais...
    Não necessariamente na ordem identificada.Os motivos?Não sei
    não necessariamente nesta ordem.Os motivos?Encantamentos racionalmente inexplicáveis
    Cidades ficcionais
    Sites e blogs interessantes
    Partidos Políticos que defendem a descriminalização do aborto no Brasil.Não vote em candidato abortista!
    "Tesouros que outros homens nos deixaram e podemos aproveitar, tirando frutos da sua experiência".